Quem é o consumidor do futuro?

 Quem é o consumidor do futuro?

Conhecer o perfil do consumidor é um dos principais pontos para vender e se manter firme no mercado. E aqui entra uma nova turma, com hábitos bem diferentes do que a maioria das empresas está acostumada. É a chamada geração Z, composta de garotos e garotas de até 19 anos que já nasceram no mundo digital e não conseguem imaginá-lo sem computador, chats e telefone celular.

O consumidor brasileiro não é mais o mesmo. Aprende, aos poucos, a render-se menos ao impulso e a ser mais criterioso; está menos fiel a marcas e mais interessado no que há por trás delas; ficou menos pueril e mais exigente. Ele dá sinais de não querer mais comprar simplesmente para satisfazer um desejo de posse. Partindo desse cenário, qual o perfil do consumidor do futuro?

Uso do tempo

O ser humano está cada vez mais ligado ao tempo seja no trabalho, no lazer ou nas redes sociais e navegação em sites. Para especialistas, empresas que investirem em economia de tempo vão conquistar os consumidores nos próximos anos. O Waze é um sucesso no mundo todo porque faz com que a sociedade economize o equivalente a três dias por ano que seriam gastos em trânsito.

Opinões, opiniões e opiniões

Um dado importante é que cada vez mais as opiniões importam, dentro de tantas opções, quem usou, quem conhece, pode acabar influenciando ainda mais, não só quanto a palavras, mais os votos, ou até uma colocação em um ranking, uma maneira fácil com que o usuário consiga identificar que aquela opção é a melhor. Este estudo ainda mostra que as pessoas são muito mais propensas a clicar em um link se ele for recomendado por um amigo de confiança.

Personalização acima de tudo

A personalização já é um fator importante atualmente, mas deve se tornar uma exigência cada vez mais forte dos clientes. A boa notícia é que para ter acesso à compra personalizada, os consumidores estarão dispostos a compartilhar informações sobre seus perfis e preferências.

Sustentabilidade

Em pouco tempo, não haverá mais lugar, por exemplo, para empresas que ignorem o impacto ambiental das suas atividades. Recente pesquisa feita pela Union for Ethical BioTrade mostra que 84% dos entrevistados deixariam de comprar produtos, se soubessem que a marca não respeita o meio ambiente ou não segue práticas comerciais éticas. A pesquisa focou no tema “biodiversidade” e ouviu sete mil entrevistados de sete países, dentre eles o Brasil.

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